Existimos para avançar!! Essa é nossa meta! Contudo, aparentemente avançamos externamente somente, por um erro de cálculo estamos estagnados internamente e isso nos deixa angustiados, sedentos de completude. Nosso desafio aqui é encontrarmos o caminho que nos propiciará um avanço interno, a nós mesmos, desvendando assim, o sentido de tudo o que nos rodeia. O desafio está lançado!! Viaje conosco para ALÉM DAS FRONTEIRAS e descubra que grande aventura será!! Abraços Zé Libério
terça-feira, 8 de março de 2016
terça-feira, 21 de julho de 2015
Sou de Jesus mas não de igreja. Será que dá?
Não creio ser possível "ser de Jesus" e não pertencer à igreja. Seria uma contradição explícita da observação do mestre que disse que sua igreja seria edificada sobre ele mesmo e com toda a potência sobre as portas do inferno. A igreja é quem detém as chaves do Reino dos Céus e não indivíduos. (Mt 16.18 e 19)segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Dúvidas frequentes entre jovens estudantes e profissionais
Oi pessoal,
em meu trabalho entre estudantes universitários por esse mundo afora, tenho ouvido e assistido esses jovens nas mais diversas situações. É uma parte importantíssima da minha missão.
Esses meninos e meninas se preocupam com o futuro, com seus relacionamentos, suas trajetórias, enfim; se preocupam com a vida. São pessoas normais.
Os textos que seguirão abaixo reproduzirão um desses momentos. É de uma estudante, agora já formada e trabalhando, que abre seus questionamentos em um grupo de facebook, cujo qual eu pertenço. Você poderá ler sua queixa e em seguida a resposta que ofereci.
Lá no grupo, muitos de seus amigos interagiram e comentaram também, contudo reservo-me o direito de publicar aqui somente minha posição.
Se entender que deve, comente e compartilhe, quem sabe poderemos ajudar a outros como essa moça.
Ah! É claro que não citarei a identidade da mesma.
E vamos para além de mais uma fronteira.
Paz e Bem
Zé Liberio
Segue o texto da moça:
queria um opinião/conselho bíblico de vocês e quem sabe abrir um debate.
Todos prestaram FUVEST, alguns com mais esforço do que outros...
No meu ano de FUVEST, não tive uma base muito boa, então tive que renunciar muita coisa pra estudar, inclusive tempo com amigos, o que me fez perder amizades até e deixou muitas pessoas magoadas. Foi uma fase que perdi, que não vai mais voltar. Fico na dúvida, se talvez não poderia ter sido mais leve e eu ter estudado e só "deixado acontecer"
Agora tô nesta de concurso, e também, tenho que renunciar muita coisa... Trabalhar e estudar... E tô em uma dúvida...
Vejo que a maioria das pessoas que passa, se esforça muito. Por outro lado, vejo que os personagens bíblicos, Moisés, Daniel, José, chegaram às suas missões sem muito esforço, apenas aconteceu pelo plano de Deus. Assim, fico na dúvida se o correto seria só estudar e deixar acontecer.
Sinceramente, vejo que este tempo de concurso, tem acabado com meus relacionamentos pessoais, então fico pensando, se é só uma fase de nos estabilizarmos, ou se é errado que seja deste jeito, porque sempre vamos achar que é só uma fase. Por outro lado, tenho medo de afrouxar os estudos, e não ser uma pessoa esforçada a ponto de passar...
Vocês conseguiram me entender?
Por favor, opinem..."
(francês étape)
"etapa", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/etapa [consultado em 10-12-2013].
(grego phásis, -eos, aparição de um astro, informação judicial)
"fase", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/fase [consultado em 10-12-2013].
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Apartheid?
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Ode ao crentês
Eu insulto o crentês! O crentês-níquel,
Eu insulto as aristocracias eclesiais!
Morte à gordura!
De um cristão invocado (2012) Zé Libério
Ode ao burguês
Eu insulto o burguês! O burguês-níquel,
Eu insulto as aristocracias cautelosas!
Eu insulto o burguês-funesto!
Morte à gordura!
Come! Come-te a ti mesmo, oh gelatina pasma!
De Paulicéia desvairada (1922) Mário de Andrade
terça-feira, 12 de junho de 2012
Simples mas profundo
Contudo, não devemos confundir simples com simplista.
Muitas vezes, teremos que fazer exercícios muito profundos em conteúdo para podermos tratar de temas complicados de maneira simples.
Grande desafio esse!!
Me fizeram uma pergunta simples sobre um tema profundo e, eu tentei responder.
Veja aew, são cinco minutos.
Se desejar, apreciarei os seus comentários.
Paz e Bem
Zé Libério
Conceitos e Pré-Conceitos
Podemos falar e nos expressar sobre tudo o que quisermos, desde que, não emitamos nossa opinião sincera a respeito do assunto porque imediatamente alguém dirá que somos preconceituosos.
É bem engraçado como as pessoas confundem conceitos com pré-conceitos. Parece-me não ser mais permitido, hoje em dia, emitir conceitos. Correremos o risco de sermos tachados de fundamentalistas, radicais ou coisas semelhantes.
Participei de um programa de TV e emiti meus conceitos a respeito de um assunto bem interessante, Tatuagens. E foi o que aconteceu na sequência. Descobri, pelas observações dos telespectadores, que sou pré-conceituoso.
Não atendi às suas tele-expectativas.
Se você quiser e puder veja o tal programa aqui. E eu adoraria saber seu comentário, se você achar que deve, é claro.
Paz e Bem
Zé Libério
domingo, 25 de setembro de 2011
Misturar tudo, será que é uma boa?

É, parece que não temos opção não!
E o pior, às vezes, misturam pra nós!
Nesse frenesi que, aparentemente, não tem solução nos encontramos nós. Umas vezes nos encontramos, outras nos perdemos, outras nem queremos achar. Logo de manhã, bom dia!
Muita coisa tá rolando, imagino o Rui Barbosa lendo isso, tudo ao mesmo tempo e em todo lugar. São convites, apelos, ordens, desejos, vontades, ações, rotinas, obrigações, reponsabilidades, compromissos. E tem mais, só não vou citar, nós sabemos!!
E tudo vai se misturando perdendo o seus sabores e tons naturais. Ouvimos os conselhos que não deveríamos e desconsideramos os realmente importantes. Ah como somos bons nisso!! Depois, saimos chorando à procura de ajuda para consertar o que não deu certo e, nunca dará se não mudarmos o rumo, decidirmos amadurecer e deixamarmos a obstinação para trás. E essa tarefa é dura! Envolvidos em aspectos que, nem sempre consideramos mas que estão por aí vamos vivendo. Cansados, às vezes, e nem sabemos porque.
Meu caro, minha cara! Não se iluda! Essa maneira de organizarmos as coisas em nossas vidas e sociedade não precisa ser assim. Há coisas muitos boas que podemos e devemos manter mas, há coisas horríveis que podemos e devemos nos desfazer.
Considere hoje comigo o seguinte, essa é a minha proposta:
Viva a sua cidade, seu bairro, sua vila, seu país. Isso é política que, quando traduzida em ações corretas em benefício de nosso povo chama-se cidadania. Não abandone o diálogo. Seja cidadão!
Decifre o seu modo e o dos outros de pensar, sentir e agir. Herdamos isso e nem nos damos conta. Estamos inseridos em um contexto cultural específico e que, se sub-divide em inúmeros outros. Isso é cultura. Pratique a tolerância!
Pense, planeje o seu futuro e leve em conta o mundo que o cerca, sua rede de relacionamentos, pois é lá que você vai passar o restante da sua vida. Cuidado com isso!
Tenha um manual de instruções confiável que é à prova de erro e que pode instruir-te em tudo que de melhor você poderá ser, fazer e ter. Saiba da Boa-notícia, chamada de Evangelho de Jesus o Cristo. Leia isso!
Pratique uma boa vivência comunitária, junte-se aos outros que também estão em processo na jornada. Ria com eles, chore também. Faça parte de uma Igreja!
Zé Libério
Organização Toca do Estudante
quinta-feira, 19 de maio de 2011
A vida urbana - desafios e facilidades

A urbe, cidade, nos traz o melhor e o pior da natureza humana. Talvez, parafraseando Dickens, é o melhor dos lugares; é o pior dos lugares. Sem dúvidas esse conjunto de pessoas que vive em aglomerações chamadas cidades causa boas e más influências em todos os que nela habitam, não importando se cristãos são, ou não.
A vida se mistura em todas as suas esferas e, sinceramente, não espero aqui conseguir, sequer tentar, separar de alguma maneira “compartimental” a vida em, cristã e não cristã. Creio que seria um exercício desnecessário e improdutivo. Um dos desafios que enfrentamos enquanto seguidores de Jesus, o Cristo, é referente aos relacionamentos superficiais.
Uma das dificuldades que se nos apresentam é que nossa crença e conjunto de valores consiste em uma vivência comunitária, ao mesmo tempo em que a cidade nos empurra para uma experiência cada vez mais individual. É próprio da cidade uma pessoa habitar em meio a uma multidão e ao mesmo tempo ser uma pessoa solitária, sem relacionamentos.
Na cidade nos escondemos dos outros e de nós mesmos, na cidade nos encontramos com outros e, às vezes conosco. Na cidade não precisamos ter uma história de nossa tradição familiar, na cidade podemos construir belas histórias com aqueles que são acrescentados à nossa jornada. Na cidade não há espaço para todos nos melhores lugares, na cidade encontramos lugares aconchegantes na mais extrema periferia. Na cidade criamos os marginais, gente diferenciada que só percebe a parte boa pela vitrine de lojas bonitas ou pelas propagandas de TV, na cidade aprendemos que o que importa ao final do dia é a companhia de pessoas fiéis que nos valorizam pelo o que somos e não pelo o que temos.
Enfim, fomos criados para nos espalhar pelo mundo, dominá-lo, mas decidimos nos ajuntar e criarmos sistemas de dominação, não da natureza, mas sim, de um homem sobre outro homem.
Ao invés de nos tornarmos jardineiros nos tornamos pedreiros, ao invés de plantarmos jardins, construímos muros e paredes.
As cidades estão aí, muita gente para alcançar, as cidades estão aí, muita gente que eu não quero conhecer. Muita gente ansiando por uma amizade aberta e sincera que agregue valor às suas existências pobres, muita gente fechada e desconfiada das intenções de tantos estranhos que as rodeiam.
Creio ser assim desafios e facilidades, depende de como nós os encaramos.
Paz e Bem,
Zé Libério
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Procura-se contadores de histórias

De todas as histórias que iremos contar, ou ouvir, há ainda belas histórias a ser escritas. Histórias de jovens que hão de descobrir a mais bela de todas elas, a história do caso de amor entre um ser onipotente que de nada necessita e, que se chama a si mesmo de “Aquele que é o que é” e, a sua obra prima, o ser humano, que não sabe bem ao certo como chamar-se a si mesmo, mas que necessita de sentido, logo, de tudo necessita.
O grande desafio a esta altura dos acontecimentos reside em contar, contar e recontar essa bela história, chamada história da salvação à nova geração.
A geração jovem atual sabe muita coisa a respeito de todas as coisas. Sabe tudo sobre as novas tecnologias, os últimos avanços das ciências, o último sucesso musical, a última moda. Porém, sabe pouco de si mesma, seu chamado, sua causa, seu propósito. Claro, há exceções!! Mas, são raras. A satisfação que tanto tem procurado através de baladas, festas, viagens, sessões de cinema e passeios nas praças de alimentação se torna novamente tão distante quanto o era antes de cada evento. A satisfação alcançada pelos estudos acadêmicos em mais alto nível logo se torna em dilemas, os mais diversos, sobre a real natureza das motivações que os levaram a cursar tal carreira, chegando alguns, a abandonar tudo.
Diante disso podemos ver as grandes possibilidades que nos apresentam, a oportunidade de contar histórias que inspiram, desafiam, consolam. Histórias como as de José do Egito e Daniel da Babilônia, estadistas bem sucedidos do oriente antigo. Histórias de Débora e Rute mulheres que nunca se sentiram desprezadas por serem simplesmente mulheres, e tantas outras mais.
Nossos jovens tem tido a chance de ter a fonte de todas essas histórias em suas mãos, as podem ler em qualquer momento, em qualquer lugar. Há versões delas para MP3, celulares, em diversos sites da internet, versões Teens, com comentários e sem comentários. Contudo, necessitamos de contadores dessas histórias. Gente que traduza essas histórias para o chão da vida dos jovens, pessoas que tenham as suas próprias histórias que possam inspirar, consolar, desafiar a meninada.
Jovens, moços e moças, de todo o nosso país esperam ouvir, conhecer e ser encantados com a história do desfecho e da atitude definitiva do “Grande Eu Sou” na pessoa de seu filho encarnado, Jesus Cristo. Eles tem sido encantados e tem se deixado encantar por histórias e melodias que os levarão à destruição e ao encarceramento perpétuo, como no caso daquele conto antigo alemão onde, depois de não receber pelo serviço contratado, um flautista com sua roupa colorida, “THE PIED PIPER”, soou sua melodia hipnotizando todas as crianças da Vila de Hamilin levando-as a seguirem-no e as trancando em uma caverna para sempre. Lá não há mais som de crianças pelas ruas desde então. Não queremos isso para os nossos jovens!!
Agradeço pela possibilidade de muitos que conheço serem esses que nos ajudam a contar a melhor de todas as histórias a todos, jovens, velhos e crianças encantando-os com a história de amor da redenção do Criador traduzida no episódio final através da morte e ressurreição de seu filho Jesus o Cristo.
Paz e Bem!!
Zé Libério
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Uma conversa 30 anos atrasada
Gostaria de oferecer algumas ponderações sobre o vídeo do Pastor Pascoal Piragine.
Esse pronunciamento é interessante, pena estar, no mínimo, 30 anos atrasado. Algumas razões:
1- Na luta contra o aborto, tenho participado dela desde 1982 e nunca vi, sequer ouvi ou li algum livro, pronunciamento de crente algum sobre o tema, exceto um de Cáio Fábio. Estive no Fórum Social Mundial em 2003 em Porto Alegre e participei justamente de um grupo de discussão sobre o tema e, acreditem se quiser, havia eu e mais um cristão evangélico na sala no meio de mais de 30 pessoas. Onde estava o Pascoal ou alguém de grupo que ele diz pertencer?
2 - No mesmo fórum, em outro momento, havia uma discussão sobre igreja e política. Estavam lá pastores cubanos, padres brasileiros e perguntaram se não havia nenhum pastor ou líder evangélico para compor a mesa e conversar sobre o tema, havia mais de 100 pessoas, só eu de "crente" estava lá. Me identifiquei e fui parar na mesa.
3 - Dizer que os homosexuais começaram a fazer o que fazem semana passada é o fim-da-picada, eles tem se articulado há muito tempo e agora tomaram força. Onde estávamos nós que lutamos pela santidade? Discutindo se poderíamos ter ou não bateria na igreja. Fala sério!!
4 - Ainda no sul, fui visitar um grupo de pastores em reunião por lá, e começaram a me chamar pejorativamente de Ativista Político. Agora, porque o presidente da convenção disso ou daquilo, aparece falando que devemos mudar de postura? Todo mundo acha lindo e corajoso? Que coisa!!
5 - Antes que alguém fale, conheço o Pascoal, fiz um curso com ele. Estudei com o irmão dele. Ele é sério e comprometido!! Mas, vir me dizer que eu tenho que prestar muita atenção em quem vou votar pra não votar na iniqüidade. Amigos, voto desde 1986 e, realmente queria saber se o que ele disse, quis dizer que não prestei atenção antes. É ruim, hein? Nunca tercerizei a minha cidadania, talvez alguns o tenham feito.
6 - Será que entendi errado? Estamos em um nível de iniqüidade aceitável e, se esse ou aquele grupo vencer, o nível será elevado a um ponto intolerável? Por enquanto Deus aceita, acima disso a gente vai se lascar? Como é que ele mede isso?
7 - Como disse é uma conversa boa mas, está, em minha opinião, 30 anos atrasada. Não lutamos contra carne e sangue ou contra esse ou aquele partido político, mas sim, contra principados e potestades nas regiões celestes,que juntamente com nossa natureza pecaminosa torna a vida nesse mundo muito complicada e essa briga, já vem desde os tempos imemoriais, não se dará agora nas próximas eleições.
Escrevi demais. Tenho mais o que dizer mas, calarei por hora.
Libério
pastor de uma Comunidade com 20 pessoas.
presidente de nada
pai de família
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Des-conexão
A quem você é fiel? Qual o seu grupo? Qual a sua laia? Qual é a sua praia? Você tem uma causa? O que você pensa do futuro?
Perguntas demais, não é? Hehehe.
Vivos, seremos como mortos por não aplicar à nossa existência algo que nos leve a um nível superior, mortos de sentido, mortos de propósito. Desconexos!!

Precisamos ajudar outras pessoas a se conectar e isso tem que ser em “banda larga”, alta velocidade, sem a interferência daqueles que querem nos ver isolados.
Nossa proposta para você é: que permita-se conectar.
Libério
domingo, 4 de maio de 2008
Mochilar

Eu mochilo
Tu mochilas
Ele(a) mochila
Nós mochilamos
Vós mochilais
Eles(as) mochilam
Todos nós nos tornamos mochileiros e até poderemos, eventualmente, fazer um “mochilão”.
Parece que a nossa jornada está apenas começando. A responsabilidade por nossa mochila, já há algum tempo, era nossa. Agora, será toda nossa!! Livros, cadernos, apostilas, trabalhos, água, celular, MP3 e por aí vai.. Se a gente esquecer no “busão” complica; algumas vezes será pesada demais, outras, quase sem nada, bem leve. Mas até terminarmos essa etapa da vida seremos mochileiros.
Contudo, falei sobre a mochila física de lona, de plástico, de vinil, sei lá. Verde, azul, rosa, preta! Do seu gosto sempre, é claro! Agora você pode escolher! E a mochila que ninguém vê, só você? Onde você traz alegria, entusiasmo, sonho, esperança, dor, tristeza, angústia, dúvida. Como encontrar uma maneira de deixá-la sempre equilibrada com o peso certo, se infelizmente não podemos decidir o que colocar lá dentro e as circunstâncias ditam o conteúdo muitas vezes?
Penso que podemos e devemos tentar controlar o conteúdo de nossa mochila escondida, ainda que isso pareça impossível para alguns. Sei que não é tarefa fácil pois não controlamos todas as circunstâncias. Aprendi que mesmo que aparentemente tenhamos o controle do conteúdo, no final parecerá que falta ou sobra algo.
Nosso problema é que a jornada precisa continuar, precisamos avançar e não importa muito aos outros o que temos em nossa mochila oculta, só querem nos ver andando, avançando, produzindo........
Sou mochileiro como você, mas estou na jornada há um pouco mais de tempo talvez. Decidir o que levar na mochila de lona é bem fácil e se começar a atrapalhar podemos nos desfazer dela durante o percurso. Aprendi que é uma luta quase insana, tentar colocar os conteúdos exatamente como queremos em nossa mochila oculta. Uma decisão equivocada aqui e ela se tornará pesada demais, uma escolha infeliz ali e ela pode se tornar algo vergonhoso de se carregar até para nós mesmos.
Como é que eu resolvi isso? Aí está o “pulo-do-gato” não resolvi. Aprendi que não somos obra do acaso. Fomos planejados, fomos feitos direitinho e sem defeitos pra não termos que nos preocupar com a nossa mochila oculta. Mas não acreditamos, achamos que é uma “estoriazinha” pra crianças e afinal somos jovens, adultos, sabemos decidir o que pôr em nossas próprias mochilas. Que ilusão!!
Resolvi meu problema recorrendo ao manual do fabricante de mim e descobri alguns princípios: a) Confiar: “Confie em Deus, o Senhor, e faça o bem e assim more com toda segurança na Terra Prometida” b) Ter prazer: “Que a sua felicidade esteja no Senhor! Ele lhe dará o que o seu coração deseja.” c) Entregar: “Ponha a sua vida nas mãos do Senhor, confie nele, e ele o ajudará”. (Livros dos Salmos, capítulo 37, frases 3, 4 e 5. Bíblia)
Que tal praticar como eu e experimentar carregar uma mochila de conteúdo bem mais legal que nos trará mais prazer na jornada? Deixe o conteúdo da mochila oculta por conta do seu fabricante. Vale a pena!! Você vai ver!
José Libério, um mochileiro como você!!


